segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Mais de 150 religiosos são flagrados em sexo virtual em documentário

Documentarista flagra mais de 150 religiosos em sexo virtual
O trabalho, começou a ser produzido em novembro do ano passado e será lançado no início de 2016.
Pregar uma coisa e viver outra. Motivado por este pensamento o documentarista Dener Giovanini resolveu montar um filme a respeito do tema. O material foi bem montado, um ator se passou por uma pessoa comum e incentivou os religiosos a praticarem sexo virtual pela webcam. Foram 500 horas de gravação de padres e pastores.

"Nossa intenção é mostrar a hipocrisia daqueles que, independentemente do credo, fazem às escondidas o que condenam dentro da igreja", afirmou o jornalista, ambientalista e diretor em entrevista à Agência Efe.

O trabalho, que começou a ser produzido em novembro do ano passado e será lançado no início de 2016, terá formato de longa-metragem e as cenas em alta qualidade, apesar de as imagens terem sido feitas com a webcam dos religiosos que, sem saber que eram gravados, tinham "relações virtuais" com o ator contratado pela produção.

Apesar de os dados serem falsos, o ator chegou a ter três perfis do Facebook, com os quais se aproximava dos religiosos, dizendo apenas ser homossexual. "Foram seis meses de contatos e três meses de gravações das webcam. Não imaginávamos a quantidade tão grande de religiosos que atrairíamos nem que teríamos cenas tão fortes deles usando seus hábitos, alguns na sacristia", afirmou.

Ao fim do trabalho, o produtor apagou os perfis na rede e está adotando uma série de medidas para não expor ninguém. Um exemplo é usar técnicas para esconder o rosto dos religiosos em questão. "Não queremos prejudicar ninguém, apenas mostrar a hipocrisia dos discursos de religiões que condenam isso. Não é um filme contra as religiões, mas para mostrar que existe algo errado e perigoso em seu discurso", afirmou o diretor.

Quando concluído, o filme vai ter imagens de 150 religiosos de 30 países, principalmente do Brasil em cenas chocantes de pastores, bispos, monsenhores, religiosos do alto clero, sacerdotes e seminaristas, mas também do próprio Vaticano. O material pode provocar um grande impacto nos fiéis, correndo o risco de descobrirem que um líder espiritual de grande influência sua foi "pego". "Temos vários evangélicos e anglicanos, mas principalmente católicos, talvez porque os sacerdotes católicos, em geral, vivem sozinhos e podem usar livremente a internet, enquanto os evangélicos vivem com as esposas e filhos e têm menos liberdade na internet", disse.

De acordo com Giovanini, o filme está em fase de montagem e ainda são necessários, aproximadamente, três meses de trabalho, mas ele decidiu revelar o projeto para aproveitar o Sínodo sobre a família, que acontecerá no Vaticano até o próximo domingo e no qual os bispos discutem temas como a sexualidade.

Com informações de Terra| Pátio Gospel Notícias
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