quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Pastora é agredida durante o culto porque fazia muito barulho

Pastora agredida por causa do barulho
Pastora foi agredida de forma covarde.
Estar em um culto na igreja não significa que o líder da congregação não deva se preocupar com o que acontece ao redor do prédio. A sabedoria e vigilância devem estar presentes na hora de avaliar se os vizinhos não serão incomodados com o barulho, evitando que a igreja seja motivo de escândalos.

Na cidade de Esperantina, próximo a Teresina, o detalhe não foi observado. Uma pastora identificada como Maria do Carmo estava no púlpito durante um culto quando um morador vizinho entrou na igreja enfurecido pelo barulho. O homem invadiu a igreja e agrediu a pastora, que ficou com hematoma no olho. O marido dela, de nome Deusimar, também foi agredido.

De acordo com informações do delegado titular do município, Igor Gadelha, o agressor doou o terreno onde a igreja fica localizada e se arrependeu por causa do barulho e quer o terreno de volta. As vítimas registraram Boletim de Ocorrência e foi feito exame de corpo de delito.

Para não ocorrer problemas com excesso de barulho as igrejas precisam observar a quantidade de ruído que estão autorizadas a emitirem. Na Cidade de São Paulo, para o período compreendido entre as 7h e 22h, o limite é de 80 db (decibéis), conforme o artigo 64, parágrafo único, inciso II, da Lei Municipal de São Paulo, nº 2651/2007. A lei muda de acordo com cada prefeitura.

Outra dica é usar o bom senso, consultando a vizinhança e avaliando se não estão incomodando quem mora ao lado e tem seu livre arbítrio.

Com informações de Meio Norte | Pátio Gospel Notícias
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